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Arquivo : Luizomar de Moura

Confirmado: Vôlei Nestlé estará no Mundial de clubes
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Carolina Canossa

Anúncio oficial foi feito em um restaurante japonês e contou com parte do elenco de Osasco (Foto: João Pires/Fotojump)

Se no fim de semana houve um “meio anúncio”, agora ele é completo: nesta quarta-feira (15), o Vôlei Nestlé confirmou que estará na disputa do Mundial de clubes femininos, programado para entre 8 a 14 de maio no Japão.

Campeão do torneio em 2012, o time brasileiro foi um dos quatro agraciados pelos convites distribuídos pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) – o nome dos demais contemplados ainda não foi divulgado.

“Estou honrado pelo reconhecimento. A nossa história na disputa do Mundial nos credencia a ter esse convite. São quatro participações, com três finais e um terceiro lugar com uma equipe que disputou a competição desfalcada das jogadoras da seleção brasileira. É uma enorme satisfação mais uma vez poder participar de uma competição tão importante como essa com as cores do Vôlei Nestlé e representando a cidade de Osasco”, afirmou o técnico Luizomar de Moura.

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Para a disputa do Mundial, o clube paulista contará com o aporte financeiro de um novo patrocinador, o Grupo Baumgart, através da Vedacit, cuja marca estará presente nas camisas usadas pela comissão técnica do Vôlei Nestlé, e através também do shopping Center Norte, que vai promover atividades relacionadas ao vôlei.

Presente em todas as participações de Osasco no Mundial, a líbero Camila Brait está empolgada. “Jogar o Mundial é sempre difícil porque lá estão os melhores times do mundo. Sabemos que precisamos seguir crescendo nesta fase final da Superliga pensando em executar um bom papel no Mundial. É muito importante ganhar uma medalha e não importa a cor. Claro que nosso objetivo será o ouro, mas além do título de 2012 já conseguimos duas pratas e um bronze”, afirmou a atleta.

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Destaque do time nesta temporada, a ponteira Tandara comemorou o desafio inédito na carreira. “Estou muito feliz porque nunca joguei um Mundial. É uma oportunidade única, pois não sei quando terei essa chance novamente. São os melhores times do mundo e o Vôlei Nestlé está entre eles. Será uma experiência singular e estou encarando de uma maneira positiva. O clube faz um trabalho de excelência, sempre mantendo o alto nível, e uma boa sequência na Superliga ajudará na preparação para o Mundial”, afirmou.

Além do Vôlei Nestlé, somente outros dois times brasileiros já foram campeões mundiais: o Sadia (1991) e o Leite Moça (1994). Na edição de 2017, o Brasil também será representado pelo Rexona-Sesc.


Luizomar: “Aceitei o convite da seleção peruana pelo sonho da Olimpíada”
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Carolina Canossa

Luizomar de Moura é o quarto brasileiro a comandar a seleção peruana feminina (Foto: Bruno Lorenzo/Fotojump

Luizomar de Moura é o quarto brasileiro a comandar a seleção peruana feminina (Foto: Bruno Lorenzo/Fotojump

Há mais de dez anos no comando do Vôlei Nestlé, o técnico Luizomar de Moura está prestes a iniciar uma nova fase em sua carreira: nesta quarta-feira (25), ele será oficialmente apresentado como técnico da seleção peruana de voleibol feminino, cargo que ocupará ao mesmo tempo em que mantém o trabalho em Osasco.

Em conversa com o Saída de Rede, Luizomar explicou o motivo que o levou a aceitar o convite de uma seleção que, depois de ter sido parte da elite do vôlei nos anos 80, hoje não passa de figurante no cenário internacional. “Foi um sonho de participar de uma Olimpíada. O sonho dos peruanos também é voltar a disputar o torneio depois de 20 anos, então estamos compartilhando um sonho”, comentou o treinador.

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E como fazer isso, dado que, nos últimos anos, o time peruano tem ficado atrás da Argentina e sendo ameaçado até mesmo pela Colômbia? “Com trabalho e planejamento. O Peru tem investido muito em vôlei nos últimos anos. Eles fizeram um CT que é um dos mais modernos do mundo, tem até hotel. Além disso, é um povo e uma imprensa apaixonada pelo
esporte”, destacou.

Com ampla trajetória nas categorias de base da seleção brasileira, Luizomar acredita que a rotina mais intensa não será um problema. E garante: o novo trabalho não vai prejudicar seu desempenho à frente do Vôlei Nestlé. “Meu foco total continuará sendo a Superliga. Comandei seleções de base desde 2001, alternando clubes e seleção e só tenho que continuar fazendo o que já fazia antes”, explicou.

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Sobre a possibilidade de haver um interesse maior em contar com jogadores peruanas em Osasco, Luizomar assegura que elas serão avaliadas para contratação como qualquer outra estrangeira – aos 20 anos, a atacante peruana Ángela Leyva é vista como um dos grandes diamantes do voleibol mundial, mas, devido a uma regra da Federação local, ela só poderá
defender um time de fora do país quando tiver 22 anos. “Só tenho a agradecer ao meu patrocinador aqui que me proporciona a oportunidade de estar nos dois times”, comentou.

Luizomar substituirá na seleção peruana outro brasileiro, Mauro Marasciulo, que levou o país ao Pré-Olímpico Mundial, mas não conseguiu a vaga na Rio 2016. Além deles, outros dois técnicos nascidos aqui já dirigiram o time: Ênio Figueiredo e Chico dos Santos.


Antigos rivais, Vôlei Nestlé e Sesi agora têm abismo entre si
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Sidrônio Henrique

São Paulo - Sesi Vila Leopoldina - 12/11/16, Partida entre SESI (SP)x Vôlei Nestlé (SP), pela SUPERLIGA FEMININA 2016/2017. Foto: Gabriel Inamine / Fotojump

Em apenas uma hora e 23 minutos o Vôlei Nestlé superou o Sesi (Foto: Gabriel Inamine / Fotojump)

A partida entre Vôlei Nestlé e Sesi, disputada na noite deste sábado (12) em São Paulo, pela terceira rodada do primeiro turno da Superliga 2016/2017, mostrou o abismo que há hoje entre dois times que até recentemente se enfrentavam em igualdade de condições ou quase. O que se viu no ginásio da Vila Leopoldina foi uma equipe montada para disputar o título contra um time recheado de juvenis pensando em sobreviver ao rebaixamento. O resultado, previsível, foi a vitória do time de Osasco por 3-0 (25-9, 25-23, 25-15), numa partida de baixo nível técnico.

As limitações do adversário não permitiram avaliar muito o Vôlei Nestlé, pouco exigido. A equipe de Osasco teve a partida nas mãos o tempo todo – o Sesi encostava quando o Vôlei Nestlé errava, a exemplo da segunda parcial. Chamou a atenção a falta de sintonia entre a levantadora Dani Lins e a ponteira Tandara na pipe, mas nada que não possa ser corrigido em breve, sem maiores preocupações para o técnico Luizomar de Moura. O que deve deixá-lo apreensivo, pelo menos na hora de encarar times de ponta como Rexona-Sesc e Dentil/Praia Clube, são as oscilações na sua linha de passe e a atuação irregular do bloqueio.

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A ponteira sérvia Tijana Malesevic, prata na Rio 2016 com a sua seleção e uma das principais contratações do Vôlei Nestlé para a temporada, foi considerada a melhor da partida na votação via internet e ficou com o troféu Viva Vôlei. Mas a maior pontuadora foi a também ponteira do Osasco Tandara Caixeta, que marcou 13 vezes (12 de ataque e uma no bloqueio), seguida da oposta Lorenne Geraldo (Sesi), com 12, e da oposta Paula Borgo (Osasco), 10 pontos.

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Foi a quarta vitória consecutiva da equipe do treinador Luizomar de Moura, que está invicta e havia antecipado o confronto da quarta rodada com o Rio do Sul. O Vôlei Nestlé voltará à quadra somente na terça-feira da próxima semana (22), às 20h, contra o Brasília Vôlei, como visitante. Já o Sesi, que perdeu as três partidas que disputou na Superliga, tenta a reabilitação contra o Camponesa/Minas nesta sexta-feira (18), às 20h, na Arena Minas, em Belo Horizonte.

A oposta juvenil Lorenne Geraldo é destaque do Sesi (Foto: Sesi-SP)

Futuro
A oposta juvenil Lorenne Geraldo, 20 anos, 1,85m, principal nome do Sesi, tem bastante potencial, mas precisa ser lapidada. Até a temporada passada, ela estava sob o comando de Bernardinho, no Rexona. Um dos destaques do Mundial sub20 disputado no ano passado na República Dominicana, quando o Brasil perdeu a decisão para o time da casa, Lorenne tem braço pesado, mas ainda poucos recursos. Neste sábado, em 35 ataques, colocou apenas 11 bolas no chão. Mas há que se dar um desconto: além da pouca experiência da oposta, uma em cada três bolas levantadas por Giovana Gasparini, a armadora titular do Sesi, foi para Lorenne, o que fez com que ela atacasse quase sempre bem marcada. Do outro lado, além de ter mais cancha, a eficiente oposta Paula Borgo recebeu menos bolas de Dani Lins e tinha a ajuda de Tandara e Malesevic pela entrada de rede – Tandara foi a atacante mais acionada do Vôlei Nestlé, 28 vezes.

O Sesi, que já esteve entre os melhores do país, reduziu consideravelmente seu investimento para a equipe feminina nesta temporada. Sob o comando do técnico Giuliano Ribas, o Juba, um dos assistentes de Bernardinho na seleção masculina, o time é, sem dúvida, um meio de dar rodagem a atletas jovens, mas deixa a desejar quando se pensa na competitividade da primeira divisão da Superliga. Até aqui, ao lado do Renata Valinhos e do São Caetano, integra o bloco das equipes mais frágeis da competição. Os dois últimos colocados entre os doze participantes são rebaixados à Superliga B na temporada seguinte.


Renovação da seleção feminina: o que esperar?
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Carolina Canossa

Sob o comando de Wagão, Brasil se sagrou campeão mundial sub-23 em 2015 (Fotos: FIVB)

Sob o comando de Wagão, Brasil se sagrou campeão mundial sub-23 em 2015 (Fotos: FIVB)

Foram dois ciclos olímpicos com a mesma base e mudanças apenas pontuais. Mas o tempo passa para todo mundo e é chegado o momento de uma alteração mais profunda na seleção brasileira feminina de vôlei. Nomes importantes da atual geração, como a central Fabiana e a oposta Sheilla, já confirmaram que não defendem mais o time nacional.

Outras jogadoras que disputaram a Rio 2016 e ultrapassaram a casa dos 30 (ou estão próximas disso) preferiram deixar a questão em aberto, mas podem seguir o mesmo caminho. É o caso de Jaqueline, Fernanda Garay, Dani Lins, Fabíola, Thaísa, Adenízia, Juciely e Léia. Independentemente da decisão delas, porém, espera-se o aparecimento de muitas caras novas na seleção principal nos próximos meses.

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Até por conta de todas as vitórias obtidas pelo time, não houve muito espaço para novatas nos principais torneios nos últimos anos – a exceção fica por conta da ponteira Gabi, de 22 anos. Enquanto isso, rivais como China, Sérvia e Itália contam com jogadoras de idade semelhante ou até mais novas que já acumulam uma experiência olímpica. É uma defasagem que o Brasil terá que superar antes da Olimpíada de Tóquio.

As posições de central e oposta devem ser as mais afetadas. Por permitirem uma carreira um pouco mais extensa devido ao menor impacto nas articulações, as posições de levantadora e líbero podem abrigar jogadoras mais velhas, como Léia, Dani Lins e a própria Fabíola – há ainda de se lembrar de Camila Brait, 27 anos, que optou por não defender mais a seleção após ser cortada da Olimpíada do Rio, mas tem idade suficiente para reconsiderar sua decisão até 2020. Entre as ponteiras, Gabi e Natália possuem idade e talento para defender a seleção por pelo menos mais um ciclo olímpico.

Gabi é a única jogadora nova que conseguiu se estabelecer na seleção principal neste ciclo

Gabi é a única jogadora nova que conseguiu se estabelecer na seleção principal neste ciclo. Ao lado de Natália, ela é uma das que devem permanecer no time

Das jogadoras que nunca foram chamadas para a seleção principal ou não conseguiram se firmar nela, esses são os nomes que podem ganhar espaço no ciclo que se inicia (em ordem alfabética):

Levantadoras: Claudinha, Juma, Macris, Naiane e Roberta
Opostas: Helô, Lorenne, Monique Pavão, Paula Borgo, Rosamaria e Tandara*
Ponteiras: Carla, Drussyla, Gabi (Vôlei Nestlé), Michelle Pavão, Suelle
Centrais: Bia, Mara, Mayhara, Saraelen e Valquíria
Líbero: Laís
* Joga como ponteira nos clubes

Vale lembrar que o Brasil é o atual campeão mundial sub-23 de vôlei feminino. Técnico da equipe, Wagner Coppini, o Wagão, acredita no potencial das novas atletas, mas pede paciência aos torcedores.

“É difícil comparar gerações. As jogadoras que estão chegando têm potencial para serem atletas de sucesso e algumas já são, mas elas tem um caminho a trilhar”, comentou o técnico, lembrando que, embora seja importante, o Mundial sub-23 não garante nada a ninguém. “É o trabalho diário e a evolução dessas atletas no clube e na seleção que vão dar a ferramenta para elas serem vitoriosas, mas isso tem que acontecer sem nenhum tipo de comparação. Fazer comparações é colocar uma carga muito grande para jogadoras que estão chegando. Só o futuro vai dizer se elas vão chegar no nível de conquista de Sheilla e Fabiana. Teremos que trabalhar muito para a seleção continuar no patamar alto em que se encontra”, destacou.

Para Brait, Zé Roberto se decidiu por Léia ainda no Grand Prix

Para Luizomar de Moura, que durante muitos anos trabalhou como técnico das seleções brasileira de base, há qualidade em quem está chegando, mas falta rodagem. “Falta experiência e todos os envolvidos com voleibol terão que ter paciência”, comentou o treinador, que vê como essencial nesse processo a postura das atletas que permanecerem na seleção. “Haverá um papel importante para as jogadoras que estão no meio desse trabalho e já receberam o suporte necessário para o crescimento”, afirmou.


Os tempos mudaram: Vôlei Nestlé diz que correrá por fora na Superliga
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Carolina Canossa

Luizomar de Moura tem experiência no trabalho com jovens (Foto: João Pires/Fotojump)

Luizomar de Moura tem experiência no trabalho com jovens (Fotos: João Pires/Fotojump)

Os tempos em que Osasco era casa de boa parte da seleção brasileira feminina ficaram para trás. Com a crise econômica, o time – atualmente chamado de Vôlei Nestlé – foi obrigado a se adequar. Em vez de um elenco estrelado, a aposta para a temporada 2016/2017 é em um grupo em que atletas consagradas se unem a jovens talentos.

O técnico Luizomar de Moura é o primeiro a admitir que, na próxima Superliga, o Vôlei Nestlé não será favorito ao título. “Nós, pela primeira vez, estaremos correndo por fora”, comentou o treinador, que vê o Dentil/Praia Clube como o time a ser batido nos próximos meses. “Eles vêm com uma responsabilidade maior nessa temporada pelo investimento que fizeram. O Praia sai daquela situação de azarão e vem um nível acima dos dois principais patrocinadores do vôlei brasileiro, o Vôlei Nestlé e o Rexona”, avaliou.

A 52 dias da Olimpíada, quem sobe e quem desce no vôlei feminino?

Essa mudança de postura é visível especialmente na posição de central: as selecionáveis Adenízia e Thaísa, que preferiram jogar no exterior, serão substituídas por Bia, Natália Martins e Saraelen – essa última, que fez boas apresentações na seleção sub-23, é considerada pela comissão técnica uma jogadora prestes a explodir. Para a saída de rede chega Paula Borgo, destaque da última Superliga pelo Pinheiros e que terá sua primeira chance em uma equipe com alto investimento.

“A Saraelen e a Paula estão no mesmo caminho que a Adenízia, que começou aqui e passou a fazer parte da seleção no ciclo olímpico de Londres. Em uma equipe que tem Dani Lins, Tandara e Camila Brait, essas jogadoras vão poder mostrar seu potencial sem pressão”, explicou Luizomar.

A missão de ser mentora das jovens será complementada por Carol Albuquerque, levantadora campeã olímpica em 2008 que volta ao vôlei após uma temporada afastada das quadras. “Quando comecei minha carreira, tive o suporte de atletas consagradas que me ajudaram. Eu guardo isso até hoje e com muito carinho. Se puder deixar esse legado para as meninas e contribuir para desenvolvimento e crescimento delas vou ficar bastante feliz”, destacou a armadora.

Clarisse, Carol, Bia, Nati Martins, Paula, Saraelen e Bruna Neri posam no ginásio José Liberatti

Clarisse, Carol, Bia, Nati Martins, Paula, Saraelen e Bruna Neri posam no ginásio José Liberatti

O Vôlei Nestlé ainda contará com as ponteiras Gabi, Clarisse e Bruna Neri. A proposta de incentivar a formação de atletas mais jovens também está ligada a um projeto global do patrocinador chamado “Nutrindo os Sonhos dos Jovens”, que busca dar a chance do primeiro emprego a pessoas do mundo inteiro em diferentes áreas. “Em um
momento no qual está todo mundo preocupado com o que vai acontecer depois da Olimpíada, ficamos mais tranquilos quando uma empresa sinaliza que continuará apoiando o projeto e os novos talentos”, comentou Luizomar.

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ESTRANGEIRAS

O elenco do Vôlei Nestlé ainda não está fechado: além de três juvenis (uma líbero, uma levantadora e uma jogadora de posição ainda não definida), o time ainda pretende contratar uma ou duas estrangeiras.

“Queremos uma ponteira de composição para dar qualidade nessa relação de sideout que a gente tem sofrido nos últimos anos”, afirmou o técnico, que fala com cautela sobre as novas contratações. “O mercado tem alguns centros para os quais as jogadoras top foram e jogadoras que não vão ter esse espaço lá podem vir para o Brasil. Temos dificuldades orçamentárias e sempre precisamos ter muito cuidado para não errar com as estrangeiras”, emendou.

Entre os nomes especulados no mercado estão o da ponteira Kristin Hildebrand e o da central Christa Harmotto, ambas americanas.

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